Sonhos (quase) impossíveis

Li esse artigo no ano passado e o achei muito interessante. Muitas vezes, quando quero me inspirar pra fazer alguma coisa, eu leio esse texto e me encho de vontade outra vez.

Espero que te sirva de inspiração também!

sonhos

Esses dias assisti ao filme Foi Apenas Um Sonho (Revolutionary Road), com a esperada volta de Winslet e DiCaprio depois de Titanic. Em suma, o filme conta a história de um casal que leva uma vida mais que normal que deseja, a fim de resgatar a emoção do casamento, realizar um sonho antigo: largar tudo e ir morar em Paris. Depois de assisti-lo comecei a pensar sobre coisas que não tinha pensado antes e resolvi compartilhar aqui na Casa.

Não há um sentimento que acompanhe o ato de sonhar, por isso gosto de pensar que o sonho por si só é um sentimento próprio e único. Todos nós temos um sonho. Na verdade, todos nós temos vários sonhos. Pequenos, grandes, ridículos ou quase impossíveis. Não se sonha com algo que é realmente impossível – como voar, por exemplo. Ou passar 10 minutos embaixo d’água. Venho aqui hoje falar dos sonhos quase impossíveis. Os pequenos, os grandes e os ridículos volta e meia a gente realiza. Mas os quase impossíveis não. E não é pela dificuldade deles, mas sim pelo gostinho da eterna busca por sua realização. Explico.

Nós precisamos ter um sentido na vida. Caso contrário, não teríamos o menor ânimo para estudar, trabalhar, namorar (quem disser que namorar é fácil está mentindo!). Somos movidos por uma esperança de felicidade futura. Estudamos para mais tarde ganharmos dinheiro. Aí seremos felizes! Trabalhamos para ganhar mais, subir de cargo e ser reconhecido. Aí seremos felizes! Namoramos para casar, construir uma família, deixar herdeiros. Aí sim seremos felizes! Isso tudo é a realidade. E coisas naturais, que acontecem, a não ser que você seja um mendigo ou um fóbico social. Mas a dura realidade da vida, toda este caminho que temos que percorrer, não seria tão suportável se não fosse o prazer dos sonhos quase impossíveis.

Os sonhos quase impossíveis são aqueles que sabemos – ah! Se sabemos! – que nunca chegaremos a concretizar. Pode ser por falta de dinheiro, saúde ou coragem. Invente a desculpa que quiser. Mas, pasmem, eles não são realizados porque no fundo não queremos. Não porque dá trabalho demais. Se seu sonho é largar tudo e ir viver do surf na Austrália, ou se é virar um cantor famoso, ou mesmo ser redator em uma agência gigantesca, não importa. Se realmente quisesse, trabalharia com todas as forças, emocional e fisicamente, até conseguir. E o que é quase impossível para um, pode ser completamente real pra outro. Para um é normal ir pra Austrália e viver do surf, enquanto para outro o simples fato de sair da casa da mãe soa distante e absurdo.

A questão é que os sonhos quase impossíveis nos fazem flutuar no meio de um dia estressante no trabalho. Entretêm viagens longas de ônibus e embalam sonos profundos. É gostoso viver pensando em como seria maravilhoso se eu largasse tudo e fosse uma cantora famosa! Ou pensar em um dia vender todas as minhas coisas e me mudo com uma mochila pro Canadá! Ah! Seria maravilhoso – eu me hospedaria em um albergue, compraria um jornal, começaria a procurar um apartamento.  Depois criaria meus lindos filhinhos por lá, levaria para a escola. Bom, né? Muito bom devanear assim.

Eu não troco meus sonhos quase impossíveis por nada. E não quero realizá-los. Senão, vou sonhar com o quê? Realizar estes sonhos tira a magia da vida. Vá em frente, não realize, e aproveite para desfrutar seus momentos de devaneio.

PS: Eu não quero ser uma cantora famosa. Quem sabe largar tudo e ir morar no Canadá.

Hoje deixo aqui uma das minhas músicas preferidas, que fala bem de sonhos (quase) impossíveis:

Over the Rainbow

letra: E. Y. Harburg

Somewhere, over the rainbow, way up high.
There’s a land that I heard of Once in a lullaby.
Somewhere, over the rainbow, skies are blue.
And the dreams that you dare to dream
Really do come true.
Someday I’ll wish upon a star and wake up where the clouds are far Behind me.
Where troubles melt like lemon drops, Away above the chimney tops.
That’s where you’ll find me.
Somewhere, over the rainbow, bluebirds fly. Birds fly over the rainbow,
Why then – oh, why can’t I?
If happy little bluebirds fly beyond the rainbow,
Why, oh, why can’t I?


Autora: HALINA MEDINA

Extraído do site: www.casagogalo.com

Deus te abençoe!

Tamu junto!

Os Três Últimos Desejos de Alexandre, o Grande

Quando estava à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três  últimos desejos:


1 – Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 – Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados;
3 -Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

1 – Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não têm poder de cura perante a morte;
2 – Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 – Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos;

Pensa nisso aí brow!

Deus te abençoe!

Tamu junto!

Ressurreição

No meu 1º post quero compartilhar com vocês um vídeo que achei muito interessante.
Ele é de um cara chamado Rob Bell. Escritor e pastor fundador da Mars Hill Bible Church de Michigan, EUA.

Entenda a relevante visão da Ressurreição de Jesus Cristo e o complexo e, ao mesmo tempo simples, significado desse acontecimento.

Deus te abençoe!

Tamu junto!