7 Milhas

O Pr. Matt Chandler fala no vídeo abaixo a respeito de uma teoria ridícula sobre a ressurreição de Jesus.

Realmente, estamos precisando crer mais e, acima de tudo, transformarmos nossas vidas todos os dias.

Você também pode ver outro post sobre a Ressurreição aqui.

Vi esse vídeio no Blog da Presbi.

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Show!

Uma alternativa bem interessante para um show.

A Loteria Bíblica

O manuseio honesto do texto no contexto é a maior ajuda que alguém pode dar a si mesmo, no sentido de compreender a mensagem da Bíblia. Confiar em acaso, sorte, destino ou qualquer “ajuda extra”, no fim das contas só prejudica a compreensão da Palavra. Não adianta concorrer numa espécie de “loteria bíblica”: a grande maioria sai perdendo.

Imagine o que acontece com alguém que abre a Bíblia em qualquer lugar e lê: “Então Judas, … retirou-se e foi enforcar-se” (Mt 27.5). O leitor desconfiado da mensagem abre em outro texto, buscando confirmação, e lê: “Vai e procede tu de igual modo” (Lc 10.37). Assustado, tenta mais uma vez, na esperança de ouvir uma ordem mais suave. Abre o livro uma terceira vez, cheio de expectativa e lê: “O que pretendes fazer, faze-o depressa” (Jo 13.27)!

Os exemplos extremos dados acima não são uma descrição exagerada dos perigos de não estudar o contexto de um texto bíblico. Toda vez que tratamos a Bíblia como se fosse uma lista de oráculos desvinculados de qualquer relacionamento com o contexto, o resultado é algo perigoso.

Texto extraído do site Solomon.

Esse é um pensamento muito interessante sobre a leitura da Bíblia. Muitas pessoas pensam que ela é um tipo de horóscopo onde todos os dias, antes de sair de casa, tem que ler a sorte do dia.

Não é bem assim. Desde pequeno, aprendi na EBD que é preciso entender o contexto da mensagem. Usando a Bíblia assim, se não tomarmos cuidado, ela será uma Caixinha da Maldição.

Deus te abençoe!

Tamu junto!


Se liga mercado Cristão!

Li esse artigo no site www.observatoriocristao.com e achei muito relevante.

Se liga aí!

Observando a Revolução Digital

Baixar legalmente as músicas da banda que você mais gosta, no conforto de seu lar, ouvir versões únicas de suas canções preferidas, ter acesso a conteúdo exclusivo sobre seu ídolo, tudo isso não tem preço. Mas, para quase todas estas coisas, existe um e-card. O cartãozinho, que tem o mesmo formato dos de cartão de crédito, é a mais nova aposta de selos (inclusive os menores), gravadoras e empresas de promoção para burlar a pirataria e estreitar relação de marcas e artistas (dos mais populares aos mais sofisticados) com os fãs.
Funciona assim: cada e-card traz a indicação de um site e um código que, ao ser digitado na página, dá direito a baixar o conteúdo. A quantidade de músicas para download varia de caso a caso. E, na maioria das vezes, é oferecido gratuitamente. A Sony Music, por exemplo, distribuiu 10 mil e-cards no lançamento do DVD da dupla sertaneja, João Bosco e Vinícius, no Vila Country, em São Paulo, no mês passado.
Bem mais do que um caminho para baixar música legalmente e incentivar o consumo, os e-cards são mesmo uma poderosa arma de promoção. Praticamente todas as gravadoras já experimentaram, desde a independente Deck-disc, com o Strike, até as grandes, como a Som Livre, que testou a novidade no lançamento da até então desconhecida Maria Gadú. O e-card dava direito ao download de “Shimbalaiê”, hoje um sucesso.
Bandas independentes também estão adotando o formato. O Songoro Consogo lançou as 12 faixas do disco “Psicotropical musik vol. 2” simultaneamente em CD e e-card.
– É uma solução barata para bandas independentes, principalmente na questão de distribuição – avalia o baterista Bernardo Palmeira – de todos os que foram entregues 70% fizeram downloads.
Os cartões também podem se tornar um objeto de desejo. Durante a passagem de Beyoncé pelo Brasil, 50 mil e-cards foram distribuídos junto com os ingressos para o show do Estádio do Morumbi, na capital paulista. Um deles foi para no MercadoLivre, e disputado como objeto de colecionador.
– Os consumidores recebem um brinde atrativo, que vira um grande recordação de seus ídolos ou de um momento especial – defende Alexandre Schiavo, presidente da Sony Music Brasil – com o e-card, o fã pode fazer o download de músicas de sucesso, inéditas ou versões nunca lançadas, além de videoclipes, entrevistas exclusivas e até games. As possibilidades são enormes. É um passaporte para o ambiente virtual.
Passaporte, aliás a definição perfeita para os e-cards. Diferentemente dos CDs promocionais – como aqueles que você ganhava no posto de gasolina, com um única seleção de músicas –, com os cartões eletrônicos, a escolha é do freguês. E enquanto o fã pode viajar na seleção das faixas, quem está do outro lado analisa o comportamento e o gosto de seu cliente.
Gabriel Marques, vocalista da nada Moptop e criador do site 1download (WWW.1download.com.br), não tem dúvidas de que o formato vale a pena:
– Gasta-se em média, R$ 700 para produzir mil cartões, enquanto seria preciso de R$ 3 mil ou R$ 4 mil para a mesma quantidade de CD.
Para Felippe Llerena, idealizador da Coolnex, braço da distribuidora de música digital iMúsica, primeira empresa a desenvolver este tipo de mídia por aqui, os e-cards são “uma moeda de troca, além de um item colecionável que confere valor ao produto.”
E não servem apenas para divulgar discos. Na noite de lançamento do livro “Música, ídolos e poder: do vinil ao download” (Nova Fronteira) do produtor André Midani, em 2008, quem comprava a edição recebia um e-card para baixar um determinado valor em músicas de uma loja virtual.
Por Marcella Sobral – Revista O Globo
E o mercado gospel não ficará anos contemplando passivamente esta revolução acontecendo sem se mexer. Já nos shows programados para a Cidade de São Paulo da mini-turnê do cantor Michael W. Smith será lançado o Gospel Music Ticket que dará acesso a download de 3 faixas gratuitas entre 10 músicas disponíveis. Os ingressos para o show, que já se encontram à venda, darão direito a um e-card personalizado do artista. Para retirar seu Gospel Music Ticket, basta dirigir-se à loja Made in Brazil munido com seu ingresso e documentação.  Outras iniciativas já estão sendo analisadas para que no segundo semestre mais projetos de e-card sejam lançados pela Sony Music visando atender à demanda do mercado gospel nacional.

Baixar legalmente as músicas da banda que você mais gosta, no conforto de seu lar, ouvir versões únicas de suas canções preferidas, ter acesso a conteúdo exclusivo sobre seu ídolo, tudo isso não tem preço. Mas, para quase todas estas coisas, existe um e-card. O cartãozinho, que tem o mesmo formato dos de cartão de crédito, é a mais nova aposta de selos (inclusive os menores), gravadoras e empresas de promoção para burlar a pirataria e estreitar relação de marcas e artistas (dos mais populares aos mais sofisticados) com os fãs.

Funciona assim: cada e-card traz a indicação de um site e um código que, ao ser digitado na página, dá direito a baixar o conteúdo. A quantidade de músicas para download varia de caso a caso. E, na maioria das vezes, é oferecido gratuitamente. A Sony Music, por exemplo, distribuiu 10 mil e-cards no lançamento do DVD da dupla sertaneja, João Bosco e Vinícius, no Vila Country, em São Paulo, no mês passado.

Bem mais do que um caminho para baixar música legalmente e incentivar o consumo, os e-cards são mesmo uma poderosa arma de promoção. Praticamente todas as gravadoras já experimentaram, desde a independente Deck-disc, com o Strike, até as grandes, como a Som Livre, que testou a novidade no lançamento da até então desconhecida Maria Gadú. O e-card dava direito ao download de “Shimbalaiê”, hoje um sucesso.

Bandas independentes também estão adotando o formato. O Songoro Consogo lançou as 12 faixas do disco “Psicotropical musik vol. 2” simultaneamente em CD e e-card.

– É uma solução barata para bandas independentes, principalmente na questão de distribuição – avalia o baterista Bernardo Palmeira – de todos os que foram entregues 70% fizeram downloads.

Os cartões também podem se tornar um objeto de desejo. Durante a passagem de Beyoncé pelo Brasil, 50 mil e-cards foram distribuídos junto com os ingressos para o show do Estádio do Morumbi, na capital paulista. Um deles foi para no MercadoLivre, e disputado como objeto de colecionador.

– Os consumidores recebem um brinde atrativo, que vira um grande recordação de seus ídolos ou de um momento especial – defende Alexandre Schiavo, presidente da Sony Music Brasil – com o e-card, o fã pode fazer o download de músicas de sucesso, inéditas ou versões nunca lançadas, além de videoclipes, entrevistas exclusivas e até games. As possibilidades são enormes. É um passaporte para o ambiente virtual.

Passaporte, aliás a definição perfeita para os e-cards. Diferentemente dos CDs promocionais – como aqueles que você ganhava no posto de gasolina, com um única seleção de músicas –, com os cartões eletrônicos, a escolha é do freguês. E enquanto o fã pode viajar na seleção das faixas, quem está do outro lado analisa o comportamento e o gosto de seu cliente.

Gabriel Marques, vocalista da nada Moptop e criador do site 1download (WWW.1download.com.br), não tem dúvidas de que o formato vale a pena:

– Gasta-se em média, R$ 700 para produzir mil cartões, enquanto seria preciso de R$ 3 mil ou R$ 4 mil para a mesma quantidade de CD.

Para Felippe Llerena, idealizador da Coolnex, braço da distribuidora de música digital iMúsica, primeira empresa a desenvolver este tipo de mídia por aqui, os e-cards são “uma moeda de troca, além de um item colecionável que confere valor ao produto.”

E não servem apenas para divulgar discos. Na noite de lançamento do livro “Música, ídolos e poder: do vinil ao download” (Nova Fronteira) do produtor André Midani, em 2008, quem comprava a edição recebia um e-card para baixar um determinado valor em músicas de uma loja virtual.

Por Marcella Sobral – Revista O Globo

E o mercado gospel não ficará anos contemplando passivamente esta revolução acontecendo sem se mexer. Já nos shows programados para a Cidade de São Paulo da mini-turnê do cantor Michael W. Smith será lançado o Gospel Music Ticket que dará acesso a download de 3 faixas gratuitas entre 10 músicas disponíveis. Os ingressos para o show, que já se encontram à venda, darão direito a um e-card personalizado do artista. Para retirar seu Gospel Music Ticket, basta dirigir-se à loja Made in Brazil munido com seu ingresso e documentação.  Outras iniciativas já estão sendo analisadas para que no segundo semestre mais projetos de e-card sejam lançados pela Sony Music visando atender à demanda do mercado gospel nacional.

Até quando o mercado fonográfico cristão vai ser o último a aproveitar as oportunidades?

Deus te abençoe!

Tamu junto!

Último Ato

Hoje quero compartilhar com vocês o primeiro clipe do Hélvio Sodré, um amigo que conheci em minhas experiências por aí.

Um som cristão de qualidade, que faz diferença e é muito gostoso de ouvir.

#ficadica

Você pode saber tudo sobre o ministério do Hélvio Sodré no site dele: www.helviosodre.com

Deus te abençoe!

Tamu junto!

Atualize Suas Atitudes

atitude Atualize suas atitudes

Lucasem seu artigo, explica que o tempo continua sendo o grande vilão ou a grande desculpa quando precisamos justificar atitudes feitas ou que deixaram de ser feitas, e por isso defende – muito bem, aliás – a ideia de que precisamos dizer não, precisamos abdicar de algumas atitudes e mudar outras para resolvermos muitos dos nossos problemas do dia-a-dia. Apesar disto ser verdade, no meu caso estou há muito tempo sem publicar um novo artigo na Casa porque, simplesmente, não tenho o que dizer sobre publicidade. Não tenho nada de novo, nada de impressionante e nem considerações importantes que nos fariam pensar sobre novas teorias ou atitudes que mudariam o rumo da profissão.

Na verdade, tenho uma coisa a dizer sim: a publicidade continuará assim, como é  e como está. Os clientes continuarão exigentes, a maioria continuará ignorante sobre o processo completo e teoricamente mais adequado para o melhor andamento dos trabalhos; e o atendimento continuará sendo o ‘chato’ que, por obrigação e nem sempre por conta própria, tentará equilibrar a relação cliente x agência; o planejamento continuará fuçando pesquisas e tendências tentando encontrar o melhor conceito e as melhores soluções de comunicação; o mídia continuará estudando o melhor custo x benefício dentro da enorme gama de plataformas existentes; as plataformas existentes continuarão existindo e aumentando; a criação e a arte continuarão reclamando de prazos, horários, do cliente, do atendimento, do café, do ar condicionado, da cadeira; e continuarão criando peças de acordo com os briefs sempre mal passados. E até quando isso continuará? Bom, não faço previsões deste tipo, mas garanto que até o final do calendário maia será assim. E não tem choro, nem vela, nem.

Então é por este motivo que eu não tenho motivo pra escrever um artigo. Será só mais um item pra você ler no meio de tantos outros. E servirá para nada, é só mais uma informação, é mais do mesmo.

E digo isso porque você, leitor da Casa, é antenado. Você não precisa de mais do mesmo porque você já viujá conhecejá leujá sabejá usoutudo já! Você é mais rápido do que eu e muitos outros são mais rápidos que você, e por aí vai. Mas o que importa é que seu leitor de feeds, seu twitter, seu facebook, seu Orkut, seu canal no YouTube, seu delicious e tudo mais já te mostrou as coisas mais modernas e os pensamentos mais surpreendentes. Eu não preciso repeti-los e meus comentários não criarão coisas mais modernas e pensamentos mais surpreendentes.

No meio de toda essa atualização diária, senão horária do seu repertório de informações, algumas coisas foram selecionadas. Aquelas que mais te chamaram atenção. Vou citar três que garanto que estão no seu panteão de interesses:

1) Sustentabilidade: anúncios do Greenpeace, do WWF, artigos, novas tecnologias, soluções de marketing e administrativas que as empresas estão descobrindo e ‘adotando’, etc.

2) Mídias: novas plataformas de mídia, novas tecnologias, utilização diferenciada e inusitada de meios tradicionais, etc.

3) Pessoas: comportamento, consumidor consciente, aumento de renda, problemas sociais, desejos de consumo, etc.

Estes assuntos eu garanto que não só te interessam como orbitam você todo dia. Ou vai me dizer que você nunca assinou uma petição do Greenpeace para salvar a Amazônia ou as baleias do Pacífico? Vai me dizer que você não leu tudo o que pôde sobre iPad, iPod, iPhone, iTunes e outras coisas menos relevantes que não começam com ‘i’? Vai me dizer também que você não twittou que o atendimento via chat da sua operadora de celular é péssimo e que você vai trocar de marca por causa disso? Afinal, você é um consumidor consciente que exige seus direitos e quer o melhor e o mais justo, não é?

Então, se há  uma coisa para dizer neste artigo de hoje depois de tanto tempo sem dizer nada é: e daí? Você sabe tanta coisa e tudo está tão perto aí dos seus dedos, em tão poucos cliques e caracteres, e o que você realmente faz a cada dia que levanta da cama e que reflete todo esse conhecimento e informação que você adquire incessantemente?

Volte à imagem deste artigo e pense um pouco sobre ela. Você faz o que você  diz? Você diz o que você faz? Ou você vive num jogo de contradição que eu resumo assim: critica o que faz, o que fazem, quem faz… e continua fazendo, faz todo dia e continuará fazendo a mesma coisa que você já costumava fazer. E aí? Qual é sua atitude?

Atualize a cabeça atualizando suas atitudes. Isso sim eu posso dizer, com máxima certeza, que mudará alguma coisa.

**

Extraído do site Casa do Galo

Deus te abençoe!

Tamu junto!

Arrependei-vos!

“Arrependei-vos, pois é chegado o Reino dos Céus”. Mt 4:17

Quero pedir apenas 20 minutos do seu precioso tempo, para refletir comigo sobre uma coisa que vi hoje.

Assista esses dois videos sobre o Ministério Casa de Davi e você irá entender o título desse post.

Não há nada que esteja oculto, que não possa se mostrar. Fico pensando na luta que o Davi teve em seu coração até o momento de confessar sua mentira para a primeira pessoa.

Minha intenção em mostrar esse videos pra vocês é de motivá-los a pensarem e também gerar discussão sobre o assunto.

O que penso é que todos nós vivemos esse dilema em nossas vidas, todos os dias. Sabemos que fazemos muitas coisas erradas, mas vivemos como santos e perfeitos para as pessoas ao nosso redor.

Eu sou assim! Preciso rever a minha vida e me arrepender todos os dias, apesar de não fazê-lo com essa frequência. A Igreja é lugar de pessoas doentes e em constante recuperação. A prática do arrependimento deveria ser comum e não motivo de escândalo no meio do “Povo de Deus” quando um líder espiritual assume que rouba chocolate no supermercado.

E se fosse seu Pastor? E se fosse seu líder de jovens? E se fosse seu pai ou sua mãe?

E SE FOSSE VOCÊ?

Esse é o  Blog do Ministério Casa de Davi. Nele você pode ler o texto completo dos dois videos.

Quero saber a sua opinião. Escreva o que quiser aí nos comentários do post. Mas por favor, tenha coragem de se identificar. Afinal, se um dia você tiver coragem de fazer o que o Davi fez, terá que se mostrar.

Deus te abençoe!

Tamu junto!